A Thinking Machines negocia levantar US$ 1 bilhão a uma avaliação de pelo menos US$ 40 bilhões, enquanto a Accel, uma investidora já existente, discute assumir o papel de principal investidora, informou o The Information na quinta-feira.
A avaliação proposta colocaria a startup de IA abaixo da avaliação de US$ 50 bilhões que ela teria buscado no fim do ano passado.
O ritmo anualizado de receita da Thinking Machines está acima de US$ 100 milhões, disse uma fonte familiarizada com as finanças da empresa ao The Information. Com a avaliação de US$ 40 bilhões, isso colocaria a avaliação da empresa em mais de 400 vezes seu ritmo anualizado de receita.
A empresa foi fundada no início do ano passado pela ex-diretora de tecnologia da OpenAI Mira Murati, ao lado de um grupo de ex-pesquisadores da OpenAI. Seu financiamento anterior, uma rodada de US$ 2 bilhões, ficou entre os maiores financiamentos seed da história e foi liderado pela Andreessen Horowitz, com participação da Nvidia, GV, Lightspeed e Conviction Partners.
A empresa também passou por várias saídas de executivos de alto perfil. As cofundadoras Lilian Weng e Luke Metz, por exemplo, retornaram à OpenAI.
Em julho, a Thinking Machines lançou o Inkling, um modelo de pesos abertos com 975 bilhões de parâmetros totais e 41 bilhões de parâmetros ativos.
A Thinking Machines descreve o Inkling como um modelo multimodal de uso geral que funciona com texto, imagens e áudio. A empresa o posicionou principalmente como um modelo-base que os desenvolvedores podem adaptar aos próprios dados e casos de uso.
